O corpo de Rosilene Belém de Sousa, 25 anos, foi encontrado na manhã de sexta-feira (1º) nas margens do lago da Usina Hidrelétrica de Lajeado, no Rio Tocantins, próximo ao km 29 da rodovia TO-010. A Polícia Militar foi acionada após o proprietário de uma chácara da região receber informações do caseiro, que avistou o corpo enquanto verificava uma plantação.
Estado avançado de decomposição
De acordo com a Polícia Militar, o corpo da jovem apresentava sinais de decomposição avançada. Segundo relatos colhidos no local, Rosilene havia sido levada por um caseiro de uma propriedade vizinha para auxiliar nas atividades diárias da chácara na quarta-feira (30), porém, ela desapareceu pouco tempo depois.
Uma equipe da perícia e do Núcleo de Medicina Legal (IML) de Palmas foi ao local para realizar os procedimentos técnicos. Após o exame de necropsia, o corpo foi liberado aos familiares. A Polícia Civil investigará o caso para determinar as causas e circunstâncias da morte.
Família busca respostas
A família de Rosilene Belém de Sousa, de 25 anos, busca entender o que aconteceu desde que ela saiu de casa até ser encontrada morta. O corpo da jovem foi encontrado às margens do lago da Usina Hidrelétrica, no Rio Tocantins, na sexta-feira (1º). O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.
A família vive em Aparecida do Rio Negro, na região central do estado. De acordo com Marilene Belém de Sousa, irmã de vítima, Rosilene saiu de casa na noite de segunda-feira, dia 28 de outubro, supostamente para visitar o ex-marido.
A jovem continuou em contato com a família, mas deixou de dar notícias na quarta-feira (30).
“Colocamos nos grupos [de mensagens] para ver se recebíamos notícia dela. Logo depois, ficamos sabendo que o Corpo de Bombeiros tinha encontrado o corpo”, conta Marilene.
Segundo apurado pela PM no local, o caseiro de uma propriedade vizinha teria levado a vítima para ajudar nos serviços diários na quarta-feira (30), mas ela acabou desaparecendo. Esse homem chegou a procurar pela mulher na região.
Marilene afirma que a família não tem informação sobre o suposto serviço na chácara. “Estamos querendo saber o que aconteceu. Ela não trabalhava de nada. Era de boa, gostava de sair, ir na casa das amigas, ajudar em casa” comenta.
Rosilene deixa duas filhas, de 10 e seis anos. Seu corpo foi sepultado em Aparecida do Rio Negro no sábado (2).
Conforme a Secretaria da Segurança Pública, uma equipe do Núcleo de Medicina Legal (IML) de Palmas realizou exames de necrópsia no corpo dela para determinar as causas da morte.
