Duas pessoas ficaram feridas durante uma briga que começou dentro do plenário da Câmara Municipal de Porto Nacional, região central do estado, na manhã desta terça-feira (28).
A confusão começou quando uma travesti atacou um homem com uma faca dentro da Casa de Leis.
De acordo com a assessoria da Câmara, nenhum dos envolvidos é servidor, mas frequentam o local. A assessoria da Casa informou que assim que a briga começou, as autoridades foram acionadas.
Segundo informações da Polícia Militar, a travesti entrou na Câmara de Vereadores por volta das 10h armada com uma faca e uma barra de ferro e iniciou a agressão. O homem, mesmo atingido com um golpe de faca, reagiu e também esfaqueou a agressora.
O homem foi socorrido e levado ao hospital da cidade. Já a travesti recebeu atendimento de uma equipe dos bombeiros. Posteriormente, foi levada para a delegacia.
Testemunhas relataram que os envolvidos já haviam se envolvido em outra confusão dias antes.
Em nota divulgada pelas redes sociais, a Câmara Municipal de Porto Nacional “esclareceu que não coaduna com nenhum tipo de violência e que irá acompanhar e apurar a responsabilidade dos atos”.
A Polícia Civil informou que no celular da travesti havia áudios em que ela afirmava que mataria a vítima. A suspeita foi autuada por tentativa de homicídio.
Leia a nota da Câmara na íntegra.
A Câmara Municipal de Porto Nacional vem a público esclarecer que não coaduna com nenhum tipo de violência, e sobre ocorrido na manhã desta terça-feira, (28), nas dependências da sede do legislativo portuense, a Casa de Leis irá acompanhar e apurar a responsabilidade dos atos.
Cabe ressaltar, que a Câmara Municipal apresentou projeto de resolução, na última segunda-feira, (27), solicitando a criação de vagas de vigilantes/segurança, que atuarão nas dependências da sede do Legislativo.
Fato esse, que já foi comunicado e ajustado juntamente com o Ministério Público, por meio do Presidente do Legislativo e da Mesa diretora da Casa. Por fim, queremos tranquilizar à população de Porto Nacional, e reafirmar que a Casa de Leis não se furtará em defender os seus cidadãos e que presa sempre pelo bem-estar e convívio harmônico entre todos.











