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Em Recife, presidente em exercício na AL, Cleiton Cardoso destaca importância da participação da UNALE

Nesta edição, onze dos 24 parlamentares tocantinenses participam da conferência – Foto: Divulgação.

O presidente em exercício da Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto), Cleiton Cardoso (Republicanos), destacou nesta quinta-feira (10), a importância da participação dos deputados e servidores da Casa de Leis na 25ª Conferência da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale).

A conferência, que está acontecendo em Recife (PE), teve início nessa quarta-feira, 9, e termina na sexta-feira, 11.

“Além da integração entre deputados e servidores das assembleias de todo o país, temos muitas palestras importantes, sobre os mais variados temas, e cursos de capacitação, voltados tanto aos parlamentares quanto aos servidores”, disse.

Segundo Cardoso, o número de deputados participantes deveria ser ainda maior. Nesta edição, onze dos 24 parlamentares tocantinenses participam da conferência.

Troca de experiências

O parlamentar enfatizou sobretudo a troca de experiências entre os deputados de todos os Estados.

“Nossas realidades são muito diversas. E a conferência é uma excelente oportunidade de conhecermos os problemas e as possíveis soluções para os desafios que enfrentamos”, avaliou.

Como exemplo, Cardoso citou a troca de experiências com o deputado tocantinense Nilton Franco (Republicanos) em reunião realizada ontem, 9, durante encontro, dentro da Unale, do Parlamento Amazônico, do qual Franco é vice-presidente.

Uma das discussões propostas por Franco foram possíveis alterações nos atuais modelos de regularização fundiária.

Para Cardoso, o Tocantins poderá servir de referência nesse assunto, já que o Governo do Estado assinou termo de parceria com o Tribunal de Justiça, por meio da participação da Aleto e dos municípios, para agilizar os processos.

“A regularização fundiária está na pauta do governador Wanderlei Barbosa (Republicanos), e não tenho dúvidas de que esse trabalho conjunto vai levar a titulação [das terras] a milhares de famílias tocantinenses”, concluiu.

 

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