As fazendas de confinamento no estado do Tocantins são responsáveis por uma parte significativa da produção pecuária brasileira, com capacidade instalada para manter até 65 mil animais em engorda. Concentradas principalmente nos municípios de Marianópolis e Miranorte, essas fazendas integram um complexo sistema de produção que é vital para a economia local e nacional.
Importância do confinamento na pecuária
O confinamento de gado é uma técnica que permite o aumento da eficiência na produção de carne bovina. Ao manter os animais em um espaço controlado, os produtores conseguem otimizar o uso de recursos, como alimentos e água, ao mesmo tempo em que monitoram a saúde e o ganho de peso dos animais de forma mais eficaz. Isso se traduz em um produto de qualidade que atende tanto ao mercado interno quanto às exigências do mercado internacional.
Projeções e metas do grupo
Com um planejamento ambicioso, o grupo responsável pelas fazendas de Marianópolis e Miranorte tem a projeção de abater cerca de 156 mil bovinos anualmente. Esse número coloca o grupo entre os maiores do Brasil no setor de confinamento, destacando-se pelo volume de produção e pela qualidade do produto final. A estratégia adotada inclui a implementação de tecnologias avançadas de manejo e nutrição, além de práticas sustentáveis que buscam reduzir o impacto ambiental da atividade.
Impacto econômico e social
A atuação das fazendas de confinamento no Tocantins não se limita apenas à produção de carne. Ela gera um impacto econômico significativo na região, criando empregos diretos e indiretos e estimulando o desenvolvimento de uma cadeia produtiva robusta. Além disso, a presença dessas fazendas contribui para a valorização das terras e para o fortalecimento do agronegócio local, que é um dos pilares da economia tocantinense.
Desafios e perspectivas futuras
Apesar do sucesso, o setor de confinamento enfrenta desafios que precisam ser superados para garantir a sustentabilidade a longo prazo. Entre eles estão as questões ambientais e a necessidade de inovação contínua para atender às demandas do mercado global. O grupo responsável pelas fazendas em Marianópolis e Miranorte está ciente dessas questões e investe em pesquisa e desenvolvimento para aprimorar suas operações e minimizar impactos negativos.
Fonte: https://g1.globo.com











