Em uma jornada que uniu cultura e tecnologia, Raphael Giannotti, representando o Canaltech, viajou até a China a convite da S-Game para experimentar Phantom Blade Zero, um novo jogo que tem gerado grande expectativa no mundo dos games. A experiência não se limitou apenas ao jogo, mas incluiu uma imersão cultural em Pequim e Xangai, proporcionando aos participantes uma vivência autêntica da cultura chinesa.
Uma imersão cultural e tecnológica
Durante uma semana, os participantes do evento puderam explorar marcos históricos como a Cidade Proibida e a Muralha da China, além de participar de eventos culturais e degustar a rica culinária local. Essa experiência foi cuidadosamente organizada pela S-Game para oferecer uma compreensão mais profunda do universo que inspira Phantom Blade Zero.
Phantom Blade Zero: primeiras impressões
O evento principal ocorreu em um espaço equipado com cerca de 40 PCs de alta performance, incluindo RTX 5080 e Ryzen 7 9800X3D, configurados para proporcionar a melhor experiência de jogo possível. Durante cinco horas, Raphael Giannotti mergulhou no mundo de Phantom Blade Zero, impressionado pelas animações e coreografias de combate, que prometem ser referência no gênero.
O combate como destaque
O combate em Phantom Blade Zero é o ponto central do jogo, com mecânicas que incluem ataque, defesa, esquiva e habilidades especiais. O diretor do jogo, Soulframe, enfatizou a importância dessa característica, mostrando aos convidados diversas armas do jogo em suas versões reais e levando-os para assistir a gravações de kung-fu no estúdio de captura de movimentos. Embora o jogo não seja rotulado como um ‘soulslike’, elementos do gênero são perceptíveis, especialmente no combate.
Desafios e dificuldades
Phantom Blade Zero oferece três níveis de dificuldade: fácil, normal e difícil. Raphael Giannotti optou pelo modo mais desafiador, enfrentando inimigos comuns e chefes formidáveis, como um gigante com machado e uma chefe opcional em uma arena de flores. A S-Game destacou que a dificuldade não se limita a aumentar a vida dos inimigos, mas altera seu comportamento, proporcionando uma experiência dinâmica e desafiadora.
Exploração e design dos cenários
Embora o mundo de Phantom Blade Zero não seja totalmente aberto, oferece um design de níveis que mistura corredores com áreas mais abertas, permitindo certa liberdade na exploração. Raphael Giannotti ainda expressa preocupação com a linearidade em alguns trechos, mas reconhece o potencial de exploração em desafios extras.
Expectativas para o futuro
Phantom Blade Zero promete ser uma adição marcante ao gênero de ação, especialmente para aqueles que apreciam combates intensos e bem coreografados. A experiência imersiva na China não apenas destacou o potencial do jogo, mas também ressaltou a capacidade da S-Game de criar um produto que une cultura e entretenimento. Os jogadores estão ansiosos para ver como o jogo completo desenvolverá essas promessas.
Fonte: https://canaltech.com.br










