Mercado civil aquecido e aumento da arrecadação tributária faz Palmas investir em melhorias de serviços à população

Com saldo positivo de R$ 14,6 milhões acima do estimado pela Lei Orçamentária Anual (LOA), neste 1º quadrimestre do ano – janeiro a abril de 2021 – as arrecadações de impostos pela Prefeitura de Palmas tiveram um aumento significativo, demonstrando o aquecimento da economia da capital tocantinense.

O aumento das arrecadações tributárias mostra que as pessoas estão comprando e vendendo mais, consumindo mais serviços e mais construções estão sendo iniciadas ou retomadas.

O crescimento de empregos com carteira assinada neste ano, também gerou aquecimento econômico. Em janeiro de 2021, Palmas tinha 71.732 empregos formais e fechou maio com 74.270 carteiras assinadas, um crescimento de 3,54% com a criação de 2.538 novos postos de trabalho. Se comparados o início das medidas restritivas de combate a pandemia em Palmas no ano passado com o mesmo período deste ano, haviam 69.636 empregos formais no ano passado, já em março deste ano, 73.459 empregos.

O Imposto Sobre Serviços (ISS) é líder de arrecadação com um resultado de janeiro a abril deste ano, de R$ 45,7 milhões; seguido do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), R$ 36,8 milhões; depois o Imposto de Renda, R$ 15,5 milhões; e o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), R$ 9,6 milhões.

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Emprego (Sedem) de Palmas, que monitora os números de empregos formais, consideram que a vacinação contra a Covid-19 leva o mercado de trabalho palmense a gerar mais empregos, com tendência de crescimento, e um reaquecimento gradual da economia.

Sobre os repasses

Os recursos extras desses tributos, permitiram a criação do Cartão da Família e ampliação dos serviços de atendimento na saúde, como a contratação de mais leitos de UTI e implementação de leitos de estabilização nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), entre outras ações.

O secretário de Finanças de Palmas, Rogério Ramos, explica que o melhor da ampliação da arrecadação dos impostos é que demonstra o aquecimento da economia.

“E mais, o dinheiro extra é fundamental para enfrentarmos todos os desafios da pandemia do novo coronavírus e também garantir obras importantes para os palmenses”, frisa Ramos.

Além dos impostos municipais, que não são a principal fonte da receita da Prefeitura de Palmas, as transferências do Fundo de Participação dos Municípios (FPE), repasses previstos na Constituição Federal dos governos federal e estadual, e emendas parlamentares também auxiliam na obtenção e distribuição de recursos a população.

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