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Operação apreende ‘chunchos’, celulares e encontra dois túneis que seriam utilizados para fuga nos presídios do Tocantins

Foram 30 dias de ações da Operação Presença nas unidades penais do Estado do Tocantins - Foto: Divulgação Seciju

A Operação Presença, deflagrada pela Superintendência de Administração dos Sistemas Penitenciário e Prisional da Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju), em todas as unidades prisionais do estado entre os dias 3 de dezembro e 3 de janeiro, resultou na apreensão de diversos objetos ilícitos que estava de posse dos detentos.

Durante dos 30 dias da Operação, foram realizadas 64 revistas gerais e 124 revistas inopinadas (inesperadas), durante esses procedimentos foram encontrados 155 facas artesanais/chunchos, 31 pedaços de barras de ferro e 17 aparelhos de celulares.

 “A Operação Presença teve a finalidade de proporcionar segurança para pessoas privadas de liberdade que estão no regime fechado, ou seja, que estão sob a custódia do Estado em unidades penais, para assim permanecermos ofertando condições para a harmônica integração social dos custodiados no ambiente carcerário, como também para continuar promovendo assistência, conforme a Lei de Execução Penal, com o intuito de prevenir o crime e orientar o retorno à convivência em sociedade”, explicou o superintendente de Administração dos Sistemas Penitenciário e Prisional, Orleanes de Sousa Alves.

“Também foram encontrados um túnel e dois buracos iniciados na estrutura da cela, diante disso foi instaurado Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para averiguar quem são as pessoas privadas de liberdade envolvidas nas ações. Destaco que operações como a Presença, com vistas na promoção da segurança, manutenção da ordem e com a finalidade da execução de políticas públicas para o adequado cumprimento de pena da pessoa custodiada, são feitas frequentemente nas unidades penais do Estado por equipe de Policiais Penais capacitados para tais atividades”, finalizou o superintendente.

Enquanto são feitas revistas nas celas, as pessoas privadas de liberdade ficam no pátio – Foto: Divulgação Seciju
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