Autoridades visitam obras da ponte de Porto Nacional e construção segue em ritmo acelerado

As obras da ponte de Porto Nacional, que está sendo construída na TO-255 sob o rio Tocantins segue em ritmo acelerado. A construção recebeu nesta terça-feira (13), a visita do Governador Mauro Carlesse acompanhado da Secretária da Infraestrutura e presidente da Agência Tocantinense de Transportes e Obras (Ageto), Juliana Passarin, o ministro do Turismo, Gilson Machado, o vice-governador Wanderlei Barbosa e o presidente da Assembleia, deputado Antonio Andrade. O evento aconteceu durante as comemorações do aniversário de 160 anos da cidade.

No início deste ano, o Governo do Tocantins iniciou as fundações da estrutura. que terá cerca de 1.488 metros de extensão, sendo 1.088 de armação de concreto e 400 metros de aterro. Atualmente, quatro dos seis pilares que sustentarão a ponte fora do leito do rio já estão em andamento.  O projeto prevê a construção de 22 pilares, sendo16 deles com fundações submersas.

Também estão em fase de construção 90 vigas de 43 metros com altura equivalente a um prédio de 15 andares e 120 toneladas. Dentre elas, 31 já foram prontas e armazenadas em um canteiro de obras instalado às margens da TO-050, entre Porto Nacional e Silvanópolis.

A secretária da Infraestrutura e presidente da Ageto, Juliana Passarin destaca a importância de uma das maiores obras da região Norte do país, que além da grande Infraestrutura, a construção gera empregos diretos. “A maioria das vagas estão sendo destinadas aos moradores de Porto Nacional, e isso irá fomentar a economia da região”, enfatiza a gestora.

“Iremos iniciar as fundações do primeiro pilar submerso já na próxima semana, nossas balsas já estão prontas para começar os trabalhos”, disse Paulo Valadares, que é o engenheiro responsável pela obra.Após a construção desses pilares, ocorrerá o lançamento das vigas que farão parte da superestrutura da ponte.

Para os moradores de Porto Nacional, a construção da nova ponte tem grande importância para o desenvolvimento da cidade, pois a mesma esta em processo de construção desde 2019, sem contar que o tráfego na antiga ponte continua limitado a veículos com peso inferior a 3,5 toneladas. “É muito complicado para os pequenos produtores irem até a cidade vender suas mercadorias na feira, muitos têm dificuldades” relatou a moradora Sandra Batista.

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