Após receber uma denúncia sobre maus-tratos a animais, a Polícia Militar de Araguaína, região norte do estado, prendeu na tarde desta terça-feira (21), uma mulher identificada como Marinez Moraiz da Silva. O caso foi registrado no Setor Vila Nova e indignou a população.
Na delegacia, a suspeita admitiu que sacrificou cerca de dez cães para consumo próprio e que as peles no varal eram dos animais mortos.
Na casa da mulher os policiais encontraram oito cães adultos e dois filhotes. Além dos animais, os policiais também encontraram cerca de quinze peles similares a de cães que estavam estendidas no varal da área externa da residência.
Os animais encontrados na casa apresentavam condições precárias de higiene, sem alimentação e água potável. Testemunhas da vizinhança relataram que notaram o desaparecimento de cães e gatos e ouviam barulhos de animais vindo da casa da suspeita durante a noite.
A Polícia Científica foi acionada e compareceu ao local. A suspeita e os animais foram conduzidos à Delegacia da Polícia Civil de Araguaína para os procedimentos cabíveis. Os animais encontrados na casa ficaram sob os cuidados da Associação Protetora dos Animais de Araguaína (APAA).
Carne de Cachorro???
Carne de cachorro é um alimento consumido principalmente na Ásia Oriental (Coreia e Vietnã) e alguns países da África (Nigéria). Seu consumo resulta da tradição cultural, escassez ou racionamento de outras fontes de carne ou da crença nos benefícios medicinais atribuídos a várias partes do cachorro. Nos países em que é consumida, a carne canina é considerada uma iguaria preparada para ocasiões especiais e festivas.
Na Nigéria, por exemplo, os animais consumidos provêm da caça de cães selvagens ou do sacrifício de animais velhos ou doentes. Já nas Filipinas, onde o alimento é aceito como parte do direito cultural e religioso, os cães são criados na área rural especificamente para o consumo humano.
Os críticos ocidentais ao consumo desta carne defendem que os cachorros são inerentemente emocionais e amigáveis à humanidade, ou que os métodos de abate são excessivamente cruéis. Por outro lado, este juízo também é visto como imperialismo cultural e intolerância.









